Saúde mental já custa US$ 5 trilhões por ano e valor pode triplicar até 2030, diz estudo
NR-1: veja o que muda com a nova regra sobre saúde mental no trabalho As condições de saúde mental e distúrbios cerebrais já custam cerca de US$ 5 trilhões por ano à economia global — valor que pode ultrapassar US$ 16 trilhões até 2030 caso não haja intervenções efetivas. É o que aponta o estudo "Creating Workplace Environments that Support Brain Health" ("Criando ambientes de trabalho que apoiam a saúde cerebral"), desenvolvido pela Sodexo em parceria com a Social Impact Par
Um estudo recente realizado pela Sodexo em colaboração com especialistas aponta que transtornos mentais e neurológicos geram um impacto econômico global de US$ 5 trilhões anualmente. Caso medidas preventivas não sejam adotadas, essa cifra pode saltar para US$ 16 trilhões até 2030, impulsionada principalmente pela perda de produtividade causada por quadros de depressão e ansiedade. O relatório enfatiza que o ambiente corporativo é um espaço estratégico para reverter esse cenário, visto que os colaboradores dedicam grande parte de suas vidas ao trabalho. Especialistas defendem que a cultura organizacional e a segurança psicológica devem ser integradas ao cotidiano das empresas, indo além de ações isoladas. A implementação de melhorias na infraestrutura física, como ventilação e iluminação, aliada ao estímulo de conexões sociais e hábitos saudáveis, é apontada como essencial para elevar o desempenho cognitivo. Além disso, a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) no Brasil reforça a responsabilidade das companhias em gerir os riscos psicossociais de seus funcionários.
O crescente custo econômico e humano da saúde mental no trabalho exige uma mudança estrutural nas políticas corporativas, especialmente com o endurecimento das normas regulatórias sobre o tema.
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