Congo registra mais de 100 mortes por ebola

📰 Gündem 📰 Globo G1 (BR) 🕐 2 saat önce
Congo registra mais de 100 mortes por ebola

Entenda o Ebola em 7 pontos A República Democrática do Congo (RDC) informou na segunda-feira (8) que a quantidade de mortes causadas pelo surto de ebola ultrapassou 100 vítimas. O país vive uma situação de emergência com novos casos sendo confirmados diariamente, chegando a 550 infectados e 101 mortes no último relatório divulgado. Os casos de contaminação ocorrem principalmente em três províncias assoladas por conflitos armados: Ituri, Kivu do Norte e Kivu do Sul. Em relatór

Entenda o Ebola em 7 pontos A República Democrática do Congo (RDC) informou na segunda-feira (8) que a quantidade de mortes causadas pelo surto de ebola ultrapassou 100 vítimas. O país vive uma situação de emergência com novos casos sendo confirmados diariamente, chegando a 550 infectados e 101 mortes no último relatório divulgado. Os casos de contaminação ocorrem principalmente em três províncias assoladas por conflitos armados: Ituri, Kivu do Norte e Kivu do Sul. Em relatório recente publicado nesta segunda, o governo do Congo informou 35 novos casos foram confirmados nas últimas 24 horas, incluindo 10 mortes. Os casos foram registrados em 17 das zonas de saúde de Ituri, bem como em sete zonas de saúde em Kivu do Norte e uma zona de saúde em Kivu do Sul. A desconfiança e a resistência têm prejudicado a resposta, com relatos de ataques a equipes de sepultamento e a centros de tratamento. O mais recente desses ataques ocorreu no domingo, disse uma fonte à agência Reuters. O alvo do ataque foi uma equipe de sepultamento que trabalhava no cemitério de Nyamurongo, em Bunia, deixando duas pessoas gravemente feridas e dois veículos danificados. O relatório de situação informou que a presença de grupos armados em Djugu, Irumu e Mambasa — todos em Ituri — continua "a limitar o acesso humanitário em múltiplas zonas de saúde afetadas ou em risco". O documento acrescentou que Bunia, a capital de Ituri, estava relativamente calma. Um profissional de saúde desinfeta uma ambulância no centro de tratamento de Mongbwalu que transportou um paciente com suspeita de ebola em Mongbwalu, no Congo, na sexta-feira, 5 de junho de 2026 AP/Moses Sawasawa Mais cedo na segunda-feira, a principal agência de saúde pública da África informou que o número de casos confirmados de Ebola no Congo havia subido para 544. Os Centros Africanos de Controle e Prevenção de Doenças (África CDC) registraram as mortes confirmadas por Ebola no Congo em 88. Na sexta (5), a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças da África (Africa CDC) lançaram um plano conjunto de US$ 518 milhões (cerca de R$ 2,6 bilhões) para combater a epidemia entre junho e novembro. "O plano concentra-se em áreas-chave: coordenação de emergência, vigilância, testes laboratoriais, prevenção e controle de infecções, assistência clínica e mobilização comunitária", afirmou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus. O surto foi declarado oficialmente em 15 de maio no nordeste do Congo, mas autoridades sanitárias acreditam que a rara variante Bundibugyo do vírus ebola circulava sem detecção havia algum tempo. Epicentro em Ituri A doença já atingiu três províncias congolesas. O epicentro está em Ituri, responsável por cerca de 90% dos casos confirmados e 76% das mortes até sexta, segundo o Africa CDC. O vírus também ultrapassou as fronteiras do país. Em Uganda, vizinho do Congo, foram confirmados 16 casos, incluindo uma morte. De acordo com o Africa CDC, o atual surto já supera, em número de casos, os dois episódios anteriores causados pela variante Bundibugyo, registrados em 2007 e 2012. Profissionais de saúde vestem equipamentos de proteção individual (EPI) no Centro Médico Evangélico, uma das instalações na linha de frente da resposta ao surto de Ebola, na província de Ituri, na República Democrática do Congo. Gradel Muyisa Mumbere/Reuters Falta de vacina aprovada preocupa autoridades Um dos principais desafios para o controle da doença é a ausência de uma vacina aprovada especificamente para a cepa Bundibugyo. Especialistas avaliam a possibilidade de uso emergencial da vacina Ervebo, da farmacêutica Merck, atualmente aprovada contra a variante Zaire do ebola e que apresentou sinais de proteção cruzada em estudos com animais. A decisão caberá aos governos do Congo e de Uganda. Enquanto isso, a aliança internacional de vacinação Gavi informou que mantém 2 mil doses de vacinas contra ebola no Congo caso autoridades sanitárias decidam iniciar testes ou campanhas emergenciais. Nas últimas semanas, a OMS alertou para dificuldades de financiamento na resposta ao surto. Segundo Anne Ancia, representante da organização no Congo, a redução global de recursos para saúde afetou diretamente as operações no país. Ela citou, entre os fatores, a saída oficial dos Estados Unidos da OMS em janeiro e cortes em programas internacionais promovidos pelo governo do presidente Donald Trump. Dados do Escritório das Nações Unidas para Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) mostram que apenas 34% dos US$ 1,4 bilhão solicitados para ações humanitárias no Congo neste ano foram recebidos até agora. Vacinas e testes em desenvolvimento Diante do avanço da doença, a farmacêutica Moderna anunciou nesta semana uma parceria com a Coalizão para Inovações em Preparação para Epidemias (Cepi) para desenvolver uma vacina contra a variante Bundibugyo. A Cepi informou que po

#president

📌 Kaynak

Bu özet Globo G1 (BR) kaynağından otomatik derlenmiştir. Tamamı için orijinal habere gidin.

Orijinal haberi oku →
📱
News AI World — Mobil uygulama
Bu haberleri 45 dilde, anlık çeviriyle cebinde. Erken erişim için Gmail adresini bırak.
← Tüm haberlere dön