Governo Trump diz que árbitro somali tinha conexão com suspeitos de terrorismo; Omar Artan é recebido como herói em estádio na Somália
Depois de barrar árbitro da Somália, governo Trump se manifesta sobre restrições à entrada de estrangeiros Às vésperas da Copa, uma notícia correu o mundo. A decisão do governo americano de barrar da Copa o juiz Omar Artan, da Somália. Nesta quarta-feira (10), Donald Trump se manifestou sobre as restrições à entrada de estrangeiros. Em entrevista coletiva no Salão Oval, um repórter questionou o presidente Donald Trump sobre a dificuldade de conseguir vistos para os Estados Un
O governo dos Estados Unidos informou que o árbitro somali Omar Artan foi impedido de entrar no país devido a supostas conexões com indivíduos suspeitos de terrorismo. Artan, o primeiro árbitro da Somália convocado para uma Copa do Mundo, foi detido e interrogado por agentes de imigração no aeroporto de Miami antes de ser deportado. O incidente ocorreu às vésperas do torneio, gerando preocupações sobre as restrições de visto para estrangeiros.
A decisão levanta questões sobre os procedimentos de imigração dos EUA e o impacto nas relações internacionais e na participação de eventos globais.
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