Empresária presa após entrar na lista da Interpol exibia rotina de luxo e viagens mesmo sendo considerada foragida

💰 Ekonomi 📰 Globo G1 (BR) 🕐 5 saat önce
Empresária presa após entrar na lista da Interpol exibia rotina de luxo e viagens mesmo sendo considerada foragida

Empresária presa após entrar na lista da Interpol exibia rotina de luxo e viagens Mesmo considerada foragida e após ter o nome incluído na lista vermelha da Interpol, a empresária e estilista Larissa Nara Rezende, natural de Uberaba, no Triângulo Mineiro, seguia compartilhando nas redes sociais registros de viagens internacionais e da rotina ligada ao mercado da moda. Ela foi presa na última semana ao desembarcar no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo. Condenad

Empresária presa após entrar na lista da Interpol exibia rotina de luxo e viagens Mesmo considerada foragida e após ter o nome incluído na lista vermelha da Interpol, a empresária e estilista Larissa Nara Rezende, natural de Uberaba, no Triângulo Mineiro, seguia compartilhando nas redes sociais registros de viagens internacionais e da rotina ligada ao mercado da moda. Ela foi presa na última semana ao desembarcar no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo. Condenada pela Justiça Federal a 8 anos, 9 meses e 22 dias de prisão por financiar o tráfico internacional de drogas, em março de 2026, Larissa seguia publicando nas redes sociais fotos de viagens internacionais e conteúdos relacionados ao mercado da moda. A empresária também é proprietária de uma loja de roupas em Uberaba. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia. Em uma publicação nas redes sociais, ela afirmava fazer parte do Instituto Marangoni, escola italiana de moda, design e artes com unidades em cidades como Milão, Paris, Londres, Dubai e Miami. Ela não informou qual era o vínculo com a instituição. O g1 entrou em contato com o Instituto Marangoni para saber se Larissa tem vínculo com a escola, mas não houve retorno até a última atualização da reportagem. Larissa Nara Rezende publicou nas redes sociais fotos visitando um museu em Londres. Reprodução/Redes Sociais A empresária foi presa na sexta-feira (5), ao desembarcar de um voo vindo de Londres, na Inglaterra. Segundo a Polícia Federal (PF), a captura ocorreu durante a Operação Cerco Fechado, que reúne ações integradas de inteligência das forças de segurança. De acordo com a PF, Larissa estava na lista vermelha da Interpol por causa de uma condenação definitiva por financiamento ao tráfico internacional de drogas. A inclusão no sistema internacional de procurados ocorreu após a Justiça Federal expedir um mandado de prisão contra ela. Mesmo sendo considerada foragida, Larissa continuava exibindo nas redes uma rotina de viagens internacionais, participação em eventos de moda e conteúdos relacionados a marcas e experiências de luxo. A reportagem entrou em contato com o advogado de Larissa, Vitor Colucci Daher, mas não obteve resposta até a última atualização da matéria. Larissa Nara Rezende é proprietária de uma loja de roupas em Uberaba e dizia fazer parte do Istituto Marangoni Reprodução/Redes Sociais ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Nome inserido na lista da Interpol Segundo a Polícia Federal, os setores de inteligência identificaram que a condenada deixou o Triângulo Mineiro e seguiu para a Europa. Com base nas informações obtidas pelos investigadores, o nome da mulher foi incluído na lista de Difusão Vermelha da Interpol, mecanismo utilizado para localizar e prender foragidos procurados internacionalmente. A Polícia Federal informou que as investigações continuam para localizar outros suspeitos e desarticular organizações criminosas envolvidas com o tráfico de drogas e a lavagem de dinheiro. Após a prisão, Larissa foi levada para a Penitenciária Feminina de Sant’Anna, em São Paulo. De acordo com a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp-MG), a empresária já havia ficado 7 dias presa em 2013. A motivação da prisão não foi detalhada. LEIA TAMBÉM: Quem é quem no esquema de família investigada por tráfico e lavagem de dinheiro Vizinho estranha portão aberto e luzes acesas, e PM encontra 110 barras de maconha PF cumpre mandados contra suspeitos de traficar 3 toneladas de cocaína O que é a difusão vermelha? O arquivo da difusão vermelha foi o primeiro banco de dados da Interpol, criado originalmente de forma analógica. 🔴 A primeira emissão do alerta vermelho da história é de 1947. O objetivo foi tentar encontrar um russo acusado pelo assassinato de um policial. 📑 O sistema de registros era feito com fichas de cartolina classificadas por nomes (arquivadas tanto em ordem alfabética quanto fonética), documentos legais (como dados pessoais e números de matrícula de veículos) e crimes (classificados por tipo e por local). 💾 Na década de 1980, os registros foram informatizados. Atualmente, a organização possui 19 bancos de dados à disposição das polícias do mundo, entre eles, de impressões digitais, perfis de DNA, documentos falsificados e obras de arte, por exemplo. 📋 Além da "difusão vermelha" (o termo técnico e oficial), a Interpol tem diversos outros sinais – cada qual com sua finalidade (e cor) específica. Veja todas no infográfico abaixo: Muito além do 'alerta vermelho' - conheça todas as difusões da Interpol Juan Silva/g1 VÍDEOS: veja tudo sobre o Triângulo, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas

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