Mãe de piloto desaparecido faz exame de DNA para saber se corpo encontrado decapitado é do filho

🔬 Bilim 📰 Globo G1 (BR) 🕐 3 saat önce
Mãe de piloto desaparecido faz exame de DNA para saber se corpo encontrado decapitado é do filho

Piloto de avião de Araraquara desaparece após viajar para entrevista de emprego no Pará A mãe do piloto agrícola João Vitor de Lima Franco, de 25 anos, que desapareceu há quase 3 meses após viajar para uma oportunidade de emprego em Belém (PA), coletou material genético, em Araraquara (SP), para identificar se um corpo achado decapitado no interior do estado paraense é do filho dela. O último contato dele com a família foi em 14 de março. Em 16 de maio, o empresário colombian

Piloto de avião de Araraquara desaparece após viajar para entrevista de emprego no Pará A mãe do piloto agrícola João Vitor de Lima Franco, de 25 anos, que desapareceu há quase 3 meses após viajar para uma oportunidade de emprego em Belém (PA), coletou material genético, em Araraquara (SP), para identificar se um corpo achado decapitado no interior do estado paraense é do filho dela. O último contato dele com a família foi em 14 de março. Em 16 de maio, o empresário colombiano Ivan Adel Gois de Los Rios, dono da empresa que pertence o avião pilotado por João Vitor, foi assassinado a tiros. Ele estava em um carro quando foi abordado por homens armados que chegaram em outros veículos. Após atirarem, eles fugiram. Em abril, Ivan havia prestado depoimento na Polícia Civil do Pará. Ele registrou o desaparecimento da aeronave com João Vitor, que teria viajado junto com um amazonense de Belém - que também está sumido - para uma fazenda na zona rural de Itaituba. 📱 Siga o g1 São Carlos e Araraquara no Instagram De acordo com o advogado Rômulo Dias, que representa a família do piloto, a coleta do material genético foi realizada na terça-feira (9), no Instituto Médico Legal (IML) de Araraquara. O DNA será levado para São Paulo, Belém do Pará e, por último, ao IML de Castanhal, onde está o corpo. Dias explicou que soube, pelo Corpo de Bombeiros do Pará, sobre o encontro do cadáver em abril. O homem, não identificado, estava em avançado estado de decomposição, sem os braços e com a cabeça decapitada, em uma área de mata com córrego, próxima da Vila Pirateua, às margens da rodovia BR-308, em Viseu (PA). Diante da informação, o advogado considerou a possibilidade de ser João Vitor e solicitou ao IML de Castanhal (PA) para que armazenasse o corpo, de forma preservada, até que a família coletasse o material genético para identificação, se é ou não do piloto desaparecido. "Foi uma morte bem cruel, por sinal, que buscou dificultar o reconhecimento. [...] Eu continuo afirmando que a situação toda está ligada à aeronave, e todo mundo que teve contato com essa aeronave está sendo eliminado para que não se ache essa aeronave [...] O João Vitor foi mais uma vítima dessa situação. Agora, fica a expectativa de se tratar ou não [dele]", finalizou. A Polícia Civil do Pará informou que as circunstâncias do desaparecimento do piloto de avião seguem sob investigação pela Divisão de Homicídios (DH) e disse, também, que aguarda resultado de exame pericial para confirmar a identificação da vítima, localizada em Viseu (PA). "O inquérito segue em andamento para apurar as circunstâncias do desaparecimento do piloto", afirmou a Polícia Civil do Pará. Informou ainda que "aguarda o envio do material genético coletado de familiares pela Polícia Civil de São Paulo para realização do exame de comparação genética com as amostras obtidas no Pará". Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP) informou que o caso foi registrado como desaparecimento de pessoa na Delegacia de Polícia de Plantão de Araraquara, e encaminhado à Delegacia de Investigações Gerais de Araraquara (DIG). No entanto, a SSP-SP disse que as investigações tramitam em segredo de Justiça. Mãe cobra respostas Piloto de Araraquara (SP) desapareceu após viajar de avião em busca de emprego em Belém (PA) Arquivo Pessoal Em entrevista ao g1 em maio, a mãe do piloto agrícola Alessandra Cristina de Lima pedia que as autoridades intensificassem as buscas pelo filho que, para ela, está vivo. Ela cobrou agilidade da polícia com as investigações. "Já faz dois meses que meu filho está desaparecido. [...] Precisamos encontrá-lo. Impossível um avião sumir e as pessoas não saberem, ninguém ver. Um avião não é um brinco", afirmou. À época, a mãe relatou que a polícia só afirma que está investigando, mas não detalha o andamento. "Até agora não é possível não terem uma pista e um direcionamento". Segundo ela, a família contratou uma investigação particular que apontou a última localização do piloto em Iranduba. "Eu preciso do apoio efetivo da polícia realizando essas investigações com mais rapidez para encontrar meu filho, é isso que eu quero, que eu espero", complementou Alessandra. O piloto agrícola João Vitor de Lima Franco, de 25 anos, está desaparecido há mais de 2 meses após viajar de avião para buscar uma oportunidade de emprego em Belém (PA) Arquivo Pessoal "Será que estão investigando as pistas de pouso de Iranduba? Pois ele ficou uma hora lá, impossível ninguém ter visto o avião pousar e levantar voo, sendo que ficou uma hora no local. Essa é a minha, a nossa indignação e agonia constante", disse. Ela contou, ainda, que as informações obtidas pela família por meio das investigações particulares e de denúncias foram repassadas à polícia. "Eu, como mãe, sinto, no fundo da minha alma, que meu filho está vivo, mas eu penso que é o trabalho da polícia ir verificar a proce

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