Chegada do El Niño é confirmada pela agência climática dos EUA; dúvida agora é se fenômeno terá força recorde

🚀 Uzay 📰 Globo G1 (BR) 🕐 3 saat önce
Chegada do El Niño é confirmada pela agência climática dos EUA; dúvida agora é se fenômeno terá força recorde

O que é o El Niño e como ele pode afetar o seu dia a dia A Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês) confirmou nesta quinta-feira (11) a formação do El Niño, fenômeno climático natural que ocorre quando as águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial ficam mais quentes que o normal. "As condições do El Niño estão presentes e espera-se que se intensifiquem durante o inverno de 2026-2027 no Hemisfério Norte", afirmou a agência climát

O que é o El Niño e como ele pode afetar o seu dia a dia A Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês) confirmou nesta quinta-feira (11) a formação do El Niño, fenômeno climático natural que ocorre quando as águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial ficam mais quentes que o normal. "As condições do El Niño estão presentes e espera-se que se intensifiquem durante o inverno de 2026-2027 no Hemisfério Norte", afirmou a agência climática dos EUAel. A confirmação já era esperada por meteorologistas, depois de meses de aquecimento gradual no Pacífico e de projeções indicando alta probabilidade de desenvolvimento do fenômeno ainda no primeiro semestre de 2026. Em maio, a NOAA previa que a chance do fenômeno acontecer nos próximos meses era de 82%. Com essa nova atualização de junho, o evento está confirmado e passa-se a discutir qual será a sua intensidade. (entenda mais abaixo) 🌊 ENTENDA: O El Niño e a La Niña são as duas fases do mesmo fenômeno climático, chamado ENOS (El Niño-Oscilação Sul). O El Niño é caracterizado pelo aquecimento maior ou igual a 0,5°C das águas do Oceano Pacífico equatorial. O fenômeno ocorre com frequência a cada dois a sete anos, tem duração média de doze meses e gera impacto direto no aumento da temperatura global. A La Niña é o oposto: um resfriamento dessas mesmas águas, com efeitos igualmente significativos, mas em direção contrária (entenda mais ABAIXO). Imagens do satélite mostram variações no nível do mar em junho de 2026; áreas em vermelho indicando águas mais elevadas no Pacífico equatorial, sinal típico associado ao desenvolvimento do El Niño. Sentinel-6 Michael Freilich/NASA/NOAA No Brasil, os efeitos variam conforme a região. Historicamente, o El Niño costuma aumentar a chuva no Sul, o que pode elevar o risco de temporais e cheias. No Norte e em parte do Nordeste, o fenômeno tende a reduzir as precipitações e pode agravar períodos de seca. No Sudeste e no Centro-Oeste, os impactos podem ser mais irregulares, com calor mais frequente, pancadas mal distribuídas e mudanças no comportamento das frentes frias. TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O EL NIÑO: Quando foi o último 'super' El Niño? Entenda por que o intervalo entre os eventos extremos vem encurtando Boias, robôs submersos e satélites: como cientistas medem o oceano para detectar o El Niño El Niño 2026: o que é, por que os cientistas estão em alerta e como isso pode afetar sua vida Projeção da agência dos EUA mostra que a chance de El Niño cresce ao longo de 2026; intensidade segue indefinida. NOAA A chegada do El Niño também preocupa porque o planeta já está mais quente por causa das mudanças climáticas. O fenômeno, sozinho, não causa o aquecimento global. Ele é uma variação natural do sistema climático. Mas, quando ocorre em um mundo já aquecido, pode reforçar extremos de calor, seca e chuva intensa. É por isso que os cientistas acompanham tão de perto a evolução deste evento e há grande chance dele se estabelecer com forte intensidade. “Há 63% de probabilidade de um El Niño muito forte durante o período de novembro a janeiro, que se classificaria entre os maiores eventos El Niño já registrados historicamente, desde 1950", afirma a NOAA. Um El Niño forte pode afetar a agricultura, os reservatórios de água, a geração de energia, a ocorrência de queimadas e até o preço de alimentos em algumas regiões. Ainda não é possível dizer, porém, se o fenômeno confirmado agora será um “super El Niño”. O termo não é uma categoria científica oficial, mas costuma ser usado para descrever eventos muito intensos, como os registrados em 1982-83, 1997-98 e 2015-16. Veja os vídeos que estão em alta no g1 A força do El Niño depende do quanto o Pacífico Equatorial vai aquecer nos próximos meses e, principalmente, de como a atmosfera vai responder a esse aquecimento. Para que o fenômeno ganhe intensidade, não basta o oceano ficar mais quente: é preciso que o sistema oceano-atmosfera passe a atuar de forma acoplada e persistente. Desde 2006, uma sequência de episódios de El Niño vem mudando cada vez mais o clima do planeta, que já está mais quente que no passado. Mesmo quando são considerados fracos ou moderados, esses eventos acontecem em um mundo aquecido e acabam aumentando o risco de extremos, como secas, enchentes e ondas de calor. Veja: 2006–2007: El Niño fraco a moderado. 2009–2010: El Niño moderado. 2014–2016: El Niño muito forte, ligado a recordes de calor e extremos mais frequentes. 2018–2019: El Niño fraco a moderado, mais curto e com impactos mais limitados. 2023–2024: El Niño forte, um dos mais intensos já registrados, associado a novos recordes de calor. 🌎 O que é o El Niño — e por que ele importa tanto O El Niño é um aquecimento fora do normal das águas do Oceano Pacífico na faixa próxima à linha do Equador. Ele faz parte de um ciclo natural do clima que alterna fases quentes (El Niño)

#nasa#ilaç

📌 Kaynak

Bu özet Globo G1 (BR) kaynağından otomatik derlenmiştir. Tamamı için orijinal habere gidin.

Orijinal haberi oku →
📱
News AI World — Mobil uygulama
Bu haberleri 45 dilde, anlık çeviriyle cebinde. Erken erişim için Gmail adresini bırak.
← Tüm haberlere dön