MPF cobra na Justiça contratação de psicólogos para atender comunidades indígenas no AM
Comunidades indígenas Agência Brasil O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação na Justiça Federal para cobrar a contratação de três psicólogos para o Distrito Sanitário Especial Indígena de Parintins (Dsei-PIN). A estrutura atende comunidades indígenas no leste do Amazonas. A ação foi apresentada contra a União e a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do Sistema Único de Saúde (AgSUS). Segundo o MPF, a quantidade atual de profissionais não é suficiente para atend
O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação judicial contra a União e a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do Sistema Único de Saúde (AgSUS) para forçar a contratação de três psicólogos. Estes profissionais são destinados a atender as comunidades indígenas do Distrito Sanitário Especial Indígena de Parintins (Dsei-PIN), no leste do Amazonas. O MPF argumenta que o número atual de cinco psicólogos é insuficiente para lidar com a demanda de saúde mental de mais de 18 mil indígenas em 144 aldeias, especialmente em casos de abuso de álcool e drogas. A vasta área de atendimento, superior a 50 mil km², e a logística de revezamento implicam que algumas comunidades ficam meses sem acompanhamento psicológico. A ação cita um caso grave de duplo homicídio cometido por um adolescente sob efeito de substâncias, que resultou em trauma coletivo e êxodo de moradores de uma aldeia. O MPF também pede um levantamento sobre saúde mental na Terra Indígena Andirá-Marau e indenização por danos morais coletivos.
This legal action highlights critical mental health service gaps and their severe consequences for indigenous communities in the Amazon.
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