Eleições 2026: Novo tenta se equilibrar entre candidatura de Zema e alianças com Flávio Bolsonaro nos estados
O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato a presidente Romeu Zema (Novo) participa de seminário na Câmara Americana de Comércio. LEANDRO CHEMALLE/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDO Ao apostar no nome de Romeu Zema para a Presidência da República, o Novo tenta se firmar como uma alternativa da direita ao bolsonarismo. Nos estados, porém, o partido não tem conseguido abrir mão de alianças com o PL, de Flávio Bolsonaro, para aumentar as bancadas e garantir o rompimento da chamada c
O partido Novo busca se posicionar como uma alternativa de direita à Presidência com o pré-candidato Romeu Zema. Contudo, nos estados, o partido tem formado alianças com o PL de Flávio Bolsonaro para fortalecer suas bancadas e superar a cláusula de barreira. A cláusula exige um percentual mínimo de votos ou deputados eleitos para acesso a fundos partidários e tempo de propaganda. O Novo planeja aumentar significativamente sua representação, passando de 35 vereadores em 2020 para 264 em 2024, e almeja eleger no mínimo 12 deputados federais em 2026. O partido também dispõe de recursos financeiros consideráveis, com expectativa de um orçamento entre R$ 80 a R$ 90 milhões para as próximas eleições, incluindo mais de R$ 37 milhões do Fundo Eleitoral.
A estratégia do partido Novo reflete os desafios de construir uma candidatura presidencial de direita enquanto navega por alianças regionais essenciais para a sobrevivência política partidária.
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