Antes de ser revogada, a 'taxa das blusinhas' faturou mais de R$ 2 bilhões ao governo em 2026
Imposto de importação federal sobre encomendas foi revogado em meados de maio Jornal Nacional O governo arrecadou R$ 2,13 bilhões em imposto de importação de janeiro até meados de maio com as encomendas internacionais, segundo a Secretaria da Receita Federal. O valor ingressou nos cofres públicos no decorrer deste ano, antes de chamada "taxa das blusinhas" ser revogada em meio à corrida eleitoral. Na comparação com os cinco primeiros meses do ano passado, com mais dias (pois
O governo brasileiro arrecadou R$ 2,13 bilhões em imposto de importação sobre encomendas internacionais de janeiro até meados de maio de 2026, antes de a chamada "taxa das blusinhas" ser revogada em meio à corrida eleitoral. Em comparação com os cinco primeiros meses de 2025, o valor arrecadado aumentou 15,4%, refletindo um crescimento consistente no comércio eletrônico. Durante o mesmo período de 2025, a Receita Federal atingiu um recorde de R$ 5 bilhões em receitas provenientes desse imposto. Embora o tributo federal tenha sido suspenso, os estados continuam taxando importações de baixo valor com ICMS, cuja alíquota varia entre 17% e 20%. A medida foi criticada por consumidores que alegaram que elevava o preço de produtos populares e reduzia a atratividade de plataformas internacionais como Shein, Shopee e AliExpress. O fim da cobrança teve impacto imediato nos preços, beneficiando os consumidores. O governo justificou a taxação como resposta ao aumento das compras digitais durante a pandemia e à disparidade de carga tributária entre produtos nacionais e importados. O presidente Lula sancionou a lei, embora a tenha chamado de "irracional".
A revogação da taxa das blusinhas altera a dinâmica fiscal do comércio eletrônico, afetando consumidores, plataformas internacionais e a arrecadação pública.
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