Morte em rope jumping: organizadores não tinham empresa formal
Mulher morre após ser jogada de altura de 40 metros sem cordas em rope jump O grupo responsável pela atividade de rope jumping que terminou com a morte de uma jovem de 21 anos em Limeira (SP) não possuía empresa formal, segundo a delegada plantonista Andréa Dantas. De acordo com a polícia, os organizadores eram praticantes do esporte que promoviam eventos havia cerca de um ano. Maria Eduarda Rodrigues de Freitas morreu na manhã deste sábado (13) após ser lançada de uma plataf
A polícia informou que o grupo responsável pela atividade de rope jumping em Limeira (SP), que resultou na morte de uma jovem de 21 anos, não operava como uma empresa formal. Os organizadores, descritos como praticantes do esporte, realizavam eventos há cerca de um ano. A vítima, Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, foi lançada de uma altura de aproximadamente 40 metros sem estar conectada ao equipamento de segurança. Três homens foram presos sob acusação de homicídio com dolo eventual. A investigação revelou que a corda de segurança permaneceu no chão, e os presos não souberam explicar a falha na conexão. O grupo atuava em diversas cidades, mas não possuía autorização para o evento específico onde ocorreu o acidente.
A investigação sobre a morte em uma atividade de risco destaca a importância da regulamentação e formalização de grupos que organizam esportes radicais para prevenir acidentes fatais.
📌 Kaynak
Bu özet Brazil kaynağından otomatik derlenmiştir. Tamamı için orijinal habere gidin.
Orijinal haberi oku →