Teste do pezinho afeta destinos de irmãos com mesma doença
Teste do pezinho ampliado deu destinos diferentes a irmãos que têm a mesma doença Aos 8 anos, Heitor Hideki Bueno Alves ainda vive em isolamento, depende de medicamentos diários, alimentação por sonda e passa por frequentes internações. O irmão mais novo, Henry Haruki Bueno Soares, de 6 anos, vai à escola, brinca e leva uma vida ativa. Os dois são moradores de São José dos Pinhais, na Grande Curitiba, e nasceram com a mesma doença rara. A diferença foi o momento do diagnóstic
Dois irmãos de São José dos Pinhais, no Paraná, nasceram com a mesma doença rara, mas tiveram destinos diferentes graças ao momento do diagnóstico. Heitor, de 8 anos, vive em isolamento e depende de tratamentos constantes, enquanto seu irmão mais novo, Henry, de 6 anos, leva uma vida normal. A diferença está no momento em que a doença foi identificada. O teste do pezinho ampliado é fundamental para detectar doenças que não apresentam sintomas no início. A SCID, doença que afeta os irmãos, pode ser tratada com transplante de medula óssea, mas somente se diagnosticada precocemente. A lei que amplia o teste do pezinho entrou em vigor em 2022, mas não estabelece um prazo para sua implementação. O exame é comum na rede privada, mas ainda não está disponível para todos na rede pública.
O teste do pezinho ampliado pode salvar vidas ao identificar doenças raras precocemente, permitindo tratamentos eficazes.
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