Do presencial ao celular: como funciona a tradição de benzer animais que resiste e se moderniza no interior do RS
Como funciona a tradição de benzer animais que resiste e se moderniza no interior do RS No interior do Rio Grande do Sul, a tradição de benzer animais se mantém viva e ganha contornos modernos. Com orações e rituais baseados na fé, em Santo Antônio da Patrulha e Soledade moradores buscam a cura para cavalos e vacas doentes. A prática, que antes exigia a presença física, agora conta até com pedidos feitos por mensagens de celular. O benzedor Ronaldo Diniz Pereira, morador de S
No interior do Rio Grande do Sul, a tradição de benzer animais continua viva, incorporando novas formas de práticas. Moradores de cidades como Santo Antônio da Patrulha e Soledade utilizam orações e rituais baseados na fé para curar animais doentes. A prática, que antes dependia da presença física, agora inclui pedidos feitos por mensagens de celular. Um benzedor, Ronaldo Diniz Pereira, adquiriu o dom há dez anos e hoje atende a pedidos à distância. Ele recebe fotos e mensagens dos animais e realiza os rituais com base na crença dos solicitantes. Muitos acreditam na eficácia do método, destacando a importância da fé. Outra benzedeira, Arinda Rocha de Souza, usa elementos simbólicos em seus rituais, como uma folha e uma faca, para representar a eliminação de doenças. A tradição é mantida por várias gerações e se adapta com o uso da tecnologia.
A tradição reflete a fusão entre crença e inovação em comunidades rurais.
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