Proibidos pela Prefeitura de São Paulo desde 2005, saltos radicais seguem sendo oferecidos no Viaduto Sumaré por valores a partir de R$ 89
Proibidos pela prefeitura de SP desde 2005, saltos radicais seguem sendo oferecidos no Via A morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante um salto de rope jump no interior de São Paulo reacendeu o debate sobre a prática de esportes radicais em pontes e viadutos. Na capital paulista, a Prefeitura de São Paulo afirma que saltos e outras atividades do tipo são proibidos no Viaduto Sumaré, na Zona Oeste, um dos pontos mais conhecidos da modalidade na cidade. M
A prática de esportes radicais no Viaduto Sumaré, em São Paulo, continua ocorrendo apesar de ser proibida desde 2005. Um acidente recente levou à morte de uma jovem, reacendendo o debate sobre a atividade. Empresas ainda promovem eventos no local com ingressos a partir de R$ 89. A prefeitura afirma que a atividade é ilegal, mas ainda há violações. A cidade já teve exceções, como o evento Fun Arena Vertical em 2014. A Guarda Civil Metropolitana fiscaliza o local, mas a prática persiste. A proibição foi implementada após um acidente grave em 2005. Apesar das restrições, muitos continuam a realizar saltos no local.
A persistência de atividades radicais em locais proibidos evidencia a necessidade de maior fiscalização e conscientização sobre os riscos envolvidos.
📌 Kaynak
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