O que se sabe sobre o plano de ataque à Casa Branca durante evento do UFC

🔬 Bilim 📰 Brazil 🕐 3 saat önce
O que se sabe sobre o plano de ataque à Casa Branca durante evento do UFC

Evento aconteceu no último domingo (14/06), quando presidente Donald Trump celebrava 80 anos Getty Images O FBI impediu um plano que tinha como alvo o evento do UFC realizado no último domingo (14/06), na Casa Branca, e prendeu cinco homens, informou o Departamento de Justiça dos Estados Unidos na terça-feira (16). Segundo os promotores, parte do plano envolvia atacar prédios próximos com drones carregados de explosivos e disparar contra "alvos de alto valor". Um dos suspeito

Evento aconteceu no último domingo (14/06), quando presidente Donald Trump celebrava 80 anos Getty Images O FBI impediu um plano que tinha como alvo o evento do UFC realizado no último domingo (14/06), na Casa Branca, e prendeu cinco homens, informou o Departamento de Justiça dos Estados Unidos na terça-feira (16). Segundo os promotores, parte do plano envolvia atacar prédios próximos com drones carregados de explosivos e disparar contra "alvos de alto valor". Um dos suspeitos foi preso na semana passada em Ohio, onde investigadores analisaram mensagens criptografadas envolvendo outros supostos conspiradores. De acordo com documentos judiciais, eles teriam manifestado "sentimentos ultrarreligiosos e antigovernamentais". "As supostas ações planejadas foram completamente neutralizadas", escreveu o diretor do FBI, Kash Patel, nas redes sociais ao comentar a "operação em múltiplos Estados". Os suspeitos foram identificados como Tycen C. Proper, de 19 anos, preso em Ohio; Bryan Omar Roa, de 24 anos; Michael Alan Thomas, de 32 anos, ambos da Califórnia; Daniel K. Eskridge, de 32 anos, do Missouri; e Abraham Hermosillo Alvarez, de 31 anos, de Nebraska. Eles foram presos em quatro Estados diferentes e todos foram acusados de conspiração para cometer homicídio, segundo o Departamento de Justiça (DOJ). De acordo com os documentos do tribunal, o grupo pretendia usar drones para provocar pânico e direcionar a multidão em fuga para áreas onde atiradores de elite estariam posicionados. Em seguida, uma "segunda onda" de agressores deveria avançar contra os portões da Casa Branca. Evento aconteceu no último domingo (14/06), quando presidente Donald Trump celebrava 80 anos Getty Images Estima-se que cerca de 4.300 pessoas participaram do evento exclusivo para convidados realizado no gramado sul da Casa Branca, enquanto outras 85 mil acompanharam as lutas nas proximidades da região. Documentos relacionados a Alvarez indicam que o grupo teria considerado como possíveis alvos o presidente dos EUA, Donald Trump, o vice-presidente J.D. Vance, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, o empresário Elon Musk e diversos políticos eleitos — embora nem todos estivessem presentes no evento. A investigação começou após a mãe de Proper procurar as autoridades locais em 10 de junho, poucos dias antes do evento. Ela demonstrou preocupação com as compras de armas de grande porte feitas pelo filho e com suas comunicações online com um grupo que se apresentava como formado por ex-militares e pessoas de orientação cristã. Segundo os promotores, o grupo pretendia "dar início" a uma revolução ao atacar "alvos de alto valor", definidos como políticos e pessoas ricas presentes no evento do UFC. Eles também discutiam supostas queixas relacionadas à corrupção governamental, ao tratamento dos arquivos de Jeffrey Epstein, ao consumo de água por centros de dados e a outras ações do governo. Um documento do FBI afirma que integrantes do grupo diziam querer "proteger os Estados Unidos", acreditando que o país estava seguindo na direção errada. "Os membros acreditavam que os Estados Unidos precisavam ser destruídos para que pudessem ser reconstruídos", afirma o documento. Durante um interrogatório do FBI em 11 de junho, Proper admitiu participação no planejamento do ataque. Segundo ele, os membros começaram a se comunicar por volta de março por meio de um grupo no TikTok chamado "Vanguard of the Old", também referido em alguns documentos como "Vanguard of the Old Republic" (Vanguarda da Velha República, em português). Não está claro se o grupo possui vínculos com alguma organização maior já estabelecida. No entanto, Proper afirmou às autoridades que a maioria dos integrantes foi recrutada pelo TikTok. Os membros aprovados pelo grupo passavam então a utilizar o Signal, aplicativo de mensagens criptografadas. Segundo os promotores, havia um grupo principal com cerca de 19 participantes e outros grupos menores, organizados de acordo com funções ou localização geográfica. Thomas teria idealizado uma operação estruturada em quatro níveis, desde um grupo de elite que seria responsável por "sacrificar-se pelo país" e assumir os maiores riscos, inclusive violando a lei e entrando na clandestinidade, até um quarto nível, menos ativo, seria composto por financiadores, influenciadores e apoiadores. Os documentos também descrevem conversas nas quais integrantes discutiam o assassinato de parlamentares americanos e executivos de grandes empresas. Alguns legisladores teriam sido escolhidos devido à crença do grupo de que recebiam recursos de grupos de lobby pró-Israel. Eskridge teria descrito um dos alvos como alguém "importante e conhecido pela maioria do país". O Departamento de Justiça afirma que Alvarez era responsável pelo planejamento, organização e coordenação do ataque ao evento do UFC, além de trabalhar com os drones que seriam utilizados. Os suspeitos

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📌 Kaynak

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