Quatro Jogadores do Haiti na Copa Têm Raízes em Projeto Social Brasileiro de Inclusão
Jogadores do Haiti perfilam-se durante a execução dos hinos nacionais antes da partida. REUTERS/Pilar Olivares Quando a seleção de Carlo Ancelotti enfrentar o Haiti nesta sexta-feira (19), pela segunda rodada da Copa do Mundo de 2026, quatro jogadores do adversário terão uma conexão em comum com o Brasil. Todos passaram pela Academia Pérolas Negras, projeto social criado por brasileiros no país caribenho há mais de 20 anos. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais n
Quatro jogadores da seleção do Haiti que disputam a Copa do Mundo de 2026 têm uma conexão especial com o Brasil: todos passaram pela Academia Pérolas Negras, um projeto social brasileiro criado no Haiti há mais de 20 anos. O goleiro Josué Duverger, o lateral-direito Carlens Arcus, o meio-campista Danley Jean Jacques e o atacante Derick Etienne são frutos dessa iniciativa. A Academia Pérolas Negras foi fundada pela ONG Viva Rio durante a missão de paz da ONU no Haiti, utilizando o futebol como ferramenta de inclusão social, educação e desenvolvimento profissional para jovens em situação de vulnerabilidade. A relação Brasil-Haiti se fortaleceu desde 2004, com a liderança brasileira na Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah) e o "Jogo da Paz".
This story highlights the positive impact of Brazilian social projects abroad and the role of football in fostering development and opportunity in vulnerable communities.
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