Entenda como família investigada por tráfico mantinha estrutura empresarial para transportar cocaína entre estados brasileiros

💰 Ekonomi 📰 Globo G1 (BR) 🕐 3 saat önce
Entenda como família investigada por tráfico mantinha estrutura empresarial para transportar cocaína entre estados brasileiros

Pai e filhas são investigados por tráfico internacional e lavagem de dinheiro A investigação da Polícia Federal (PF) apontou que a organização criminosa liderada por Mario Sergio Nunes, o “Serjão do PCC”, operava como uma empresa do tráfico de drogas. O grupo contava com uma estrutura logística que incluía caminhões, carretas, transportadoras, motoristas recrutados, contas bancárias de terceiros e empresas de fachada. De acordo com a PF, essa estrutura era usada para transpor

Pai e filhas são investigados por tráfico internacional e lavagem de dinheiro A investigação da Polícia Federal (PF) apontou que a organização criminosa liderada por Mario Sergio Nunes, o “Serjão do PCC”, operava como uma empresa do tráfico de drogas. O grupo contava com uma estrutura logística que incluía caminhões, carretas, transportadoras, motoristas recrutados, contas bancárias de terceiros e empresas de fachada. De acordo com a PF, essa estrutura era usada para transportar grandes carregamentos de cocaína entre diferentes estados do país e movimentar recursos ligados à atividade criminosa. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Segundo a Polícia Federal, a logística do grupo era sustentada por uma frota de caminhões e semirreboques registrados em nome de terceiros. A investigação apontou que diversos veículos flagrados no transporte de drogas estavam formalmente registrados em nome de motoristas, empresas ou pessoas sem renda compatível com a compra dos bens. Para a PF, isso reforça a suspeita de uso de laranjas para esconder o patrimônio da organização criminosa. Os investigadores também identificaram o uso de transportadoras para dar aparência de legalidade às operações do grupo. De acordo com a PF, empresas do setor apareciam como proprietárias de veículos envolvidos nas apreensões. No entanto, apresentavam indícios de funcionamento irregular, não tinham funcionários e registravam movimentações financeiras consideradas incompatíveis com a atividade declarada. Alguns dos veículos usados por uma das empresas de fachada da família PF/Divulgação Segundo a Polícia Federal, os motoristas recrutados pelo grupo tinham papel central na logística do tráfico de drogas. Ao longo das investigações, foram apreendidos carregamentos de 312 quilos, 125 quilos, 126 quilos, 425 quilos, 423 quilos e 368 quilos de cocaína, além de outros 144 tabletes da droga, entre outras cargas ligadas ao esquema. Em vários casos, os entorpecentes estavam escondidos em compartimentos falsos nas cabines dos caminhões ou em pneus sobressalentes. Para a PF, a repetição desse método revela um padrão operacional adotado pela organização criminosa. A investigação também apontou a participação de familiares e pessoas próximas ao líder do grupo na movimentação financeira do esquema. De acordo com a PF, contas bancárias de terceiros eram usadas para movimentar recursos do tráfico, enquanto empresas registradas em nome de parentes e aliados serviriam para ocultar patrimônio. Os investigadores identificaram ainda depósitos considerados suspeitos, entre eles uma transferência de R$ 120 mil feita por Mario Sergio Nunes para uma empresa apontada como possível fachada. Segundo os dados reunidos pela PF, as cargas saíam principalmente de estados considerados estratégicos para o narcotráfico, como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia, com destino a Minas Gerais. A investigação aponta que Uberlândia funcionava como o principal centro operacional da organização. A cidade era responsável por receber, armazenar e redistribuir a droga para municípios do Triângulo Mineiro e outros estados do país. Em nota, o advogado da família Nunes, José Carlos de Oliveira Campos, afirmou que ainda não teve acesso completo ao processo, que corre sob sigilo. Ele disse ainda que a família confia nas instituições e está à disposição das autoridades para prestar os esclarecimentos necessários. Veja a íntegra abaixo. 2 toneladas de cocaína foram apreendidas em 1 ano Nove grandes apreensões realizadas em um ano não interromperam as atividades da família investigada na operação "Mens Occulta", da Polícia Federal (PF). Segundo a PF, mais de 2 toneladas de cocaína ligadas a Mario Sergio Nunes, conhecido como "Serjão do PCC", e aos familiares dele foram apreendidas durante o período investigado. De acordo com a polícia, eles fazem parte do núcleo principal da organização criminosa. Apesar do volume de drogas apreendidas, a Polícia Federal afirmou que a quantidade representa apenas uma pequena parte dos entorpecentes movimentados pelo grupo investigado. Quem é quem no esquema família tráfico uberlândia polícia federal cocaína Reprodução/Redes Sociais Mario Sergio Nunes, o "Serjão do PCC", liderava a organização criminosa e coordenava a logística e as finanças do tráfico. A esposa, Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes, e as filhas, Bruna e Brenda Silva Nunes, teriam auxiliado na movimentação de recursos e na ocultação de patrimônio. Já o ex-genro, Rhanniery Nunes Graciano, é apontado como laranja utilizado para esconder bens ligados ao esquema. Em nota, o advogado de Rhanniery, Sérgio Luiz da Silva, afirmou que acompanha todos os desdobramentos do caso, mas que não fará comentários sobre aspectos específicos neste momento. Veja a íntegra abaixo. Família é apontada como núcleo principal da organização Segundo o delegado Felipe Martins Perez Garcia, o grupo

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