Influenciador é suspeito de aplicar golpes após receber e não entregar publicidades em Roraima

💻 Teknoloji 📰 Globo G1 (BR) 🕐 2 saat önce
Influenciador é suspeito de aplicar golpes após receber e não entregar publicidades em Roraima

Diego Copper, influenciador de Boa Vista, acumula mais de 90 mil seguidores no Instagram Ocione Albuquerque/ Arquivo pessoal O influenciador Diego de Souza Monteiro, de 19 anos, foi alvo de ao menos sete boletins de ocorrência em que mulheres, a maioria empresárias, o acusam de dar golpes em Boa Vista. Os registros na Polícia Civil citam que ele as convencia a fornecer produtos e serviços sob a promessa de divulgação nas redes sociais, mas não cumpria o que havia sido combina

Diego Copper, influenciador de Boa Vista, acumula mais de 90 mil seguidores no Instagram Ocione Albuquerque/ Arquivo pessoal O influenciador Diego de Souza Monteiro, de 19 anos, foi alvo de ao menos sete boletins de ocorrência em que mulheres, a maioria empresárias, o acusam de dar golpes em Boa Vista. Os registros na Polícia Civil citam que ele as convencia a fornecer produtos e serviços sob a promessa de divulgação nas redes sociais, mas não cumpria o que havia sido combinado. Em nota, Diego esclareceu que sempre levou o trabalho a sério. Disse ainda que houve um momento em que não conseguiu atender todas as demandas como combinado. "Assumi um volume muito grande de compromissos profissionais e enfretei dificuldades para atender todas as demandas da forma como gostaria. No entanto, jamais tive a intenção de prejudicar qualquer pessoa", afirmou. (leia a nota na íntegra abaixo). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp Uma das pessoas que afirma ter sido vítima é a biomédica Isabela Sales, dona de uma clínica de estética. Ela registrou um boletim de ocorrência contra o influenciador por estelionato e falsidade ideológica, após descobrir que ele havia fornecido dados falsos no contrato firmado entre os dois. Sobre a suspeita de falsidade ideológica, Diego informou que não reconhece esta acusação. Alegando que utiliza dados pessoas reais em relações profisisonais e comerciais. (Leia a nota na íntegra abaixo). 💸 Conforme Isabela, após conhecê-lo pelas redes sociais, Diego ofereceu o serviço de divulgação da clínica por dois meses no valor de R$ 400, pago a ele antecipadamente. "Nesses dois meses ele só foi duas vezes no meu consultório faltando apenas 10 minutos para fechar. Sempre em uma enrolação, chegava lá e não fazia nada, só ficava de conversa fiada falando da vida dele. Sempre falava que ia, pedia para eu fechar minha agenda e não atender mais [para atendê-lo], cheguei a passar um dia inteiro sem atender ninguém porque ele falava que ia [e não ia]", afirmou. Isabela disse ainda que tudo isso causava um desgaste emocional, pois além de não prestar o serviço, Diego também se aproveitou da relação de amizade para pedir R$ 530 emprestado. "Ele falava que tinha pedido uma quantia bem alta do pai e que não podia mais pedir. Também dizia que tinha um valor altíssimo no banco, mas que estava bloqueado e pedia para fazer a transferência, explicando que usava muito dinheiro em espécie", relembrou. A biomédica disse ainda que quando cobrava Diego sobre o dinheiro emprestado e o serviço de divulgação, ele se aproveitava da relação de amizade para fazer 'chantagem emocional'. "Ele dizia que ia me pagar. Quando falava mais sério, ele dizia ' poxa amiga, porque você tá falando assim comigo? eu vou me matar se você falar assim comigo'", contou. Prints da conversa da Isabela Sales com o Diego Copeer Arquivo pessoal 🚓 Cansada da situação, Isabela decidiu cancelar o contrato. À época, ela disse que viu outra empresária expor no Instagram que ele aplicava golpes na cidade. Então, foi confirmar as informações no contrato e percebeu que o endereço e o CPF informado por ele eram falsos. Isabela registrou o boletim no 1º Distrito Policial. Procurada, a Polícia Civil não esclareceu sobre investigações até o momento da publicação desta reportagem. Além de Isabela, outras seis mulheres registraram boletim de ocorrência contra o Diego Copeer. Os relatos são semelhantes e dizem que o influenciador oferecia serviços de publicidade, incluindo divulgações das roupas e a realização de "provadores" em redes sociais. Entretanto, após receber os pagamentos e usufruir dos produtos e serviços não cumpria com as obrigações combinadas. 🍸 No Instagram, Diego acumulava mais de 90 mil seguidores - atualmente a conta está desativada. No perfil, ostentava uma vida de luxo, consumindo drinks sofisticados, hotéis caros e afirmava estar sempre viajando e que conhecia pessoas influentes em Roraima. Vendeu bolsa que era emprestada Bolsa Tommy que o Diego pegou emprestada e vendeu Arquivo pessoal 👜Uma gerente de loja, de 18 anos, também acusa Diego de golpe. Em entrevista ao g1, ela, que pediu para não ser identificada, afirmou ter comprado uma bolsa do influenciador, mas depois descobriu que o item não era dele e havia sido emprestado. Em defesa, Diego afirmou que a bolsa foi "recebida em um contexto de uma parceria comercial", disse.(Leia a nota na íntegra abaixo). 💸Segundo a jovem, ela pagou R$ 350 por uma bolsa da marca Tommy. Ela relatou que só descobriu que o acessório pertencia a outra pessoa após a dona publicar uma foto nas redes sociais informando que procurava a bolsa, que havia sido pega por Diego e não tinha sido devolvida. "Quando vi a postagem, conversei com a moça e perguntei se ela queria que devolvesse a bolsa. Ela entendeu a situação e disse que eu poderia ficar, porque quem tinha que pagar era ele", disse. 👛Depois disso,

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