Padrasto encontrado carbonizado com enteada cumpria pena por matar jovem em 2009 e atear fogo no corpo

🌱 Çevre 📰 Globo G1 (BR) 🕐 2 saat önce
Padrasto encontrado carbonizado com enteada cumpria pena por matar jovem em 2009 e atear fogo no corpo

Polícia investiga caso de incêndio que deixou corpos de padrasto e jovem carbonizados O padrasto que foi encontrado carbonizado ao lado da enteada em Araguaína, no norte do Tocantins, havia sido condenado pela Justiça do Tocantins e cumpria pena por estuprar e matar uma jovem, que também era sua enteada, no ano de 2009. Conforme a decisão judicial, na época, ele ateou fogo no corpo da vítima para ocultar os vestígios do crime. Na quarta-feira (3), Ivano e Laiane Cardoso Nolet

Polícia investiga caso de incêndio que deixou corpos de padrasto e jovem carbonizados O padrasto que foi encontrado carbonizado ao lado da enteada em Araguaína, no norte do Tocantins, havia sido condenado pela Justiça do Tocantins e cumpria pena por estuprar e matar uma jovem, que também era sua enteada, no ano de 2009. Conforme a decisão judicial, na época, ele ateou fogo no corpo da vítima para ocultar os vestígios do crime. Na quarta-feira (3), Ivano e Laiane Cardoso Noleto, de 19 anos, foram localizados carbonizados em uma casa. Eles estavam com os corpos parcialmente despidos e, no local, foi apreendido um galão com vestígios de gasolina. O caso é investigado pela Polícia Civil. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Pelo crime de 2009, Ivano foi condenado a 35 anos de prisão em regime fechado. Mas por prestar serviços dentro do presídio, conseguiu redução da pena e passou para o regime semiaberto, depois começou a usar tornozeleira eletrônica. LEIA TAMBÉM O que se sabe sobre o caso de jovem e padrasto encontrados carbonizados no Tocantins 'Ela tinha um futuro pela frente', diz primo de jovem encontrada carbonizada com padrasto Imagens mostram como ficou a casa onde duas pessoas foram encontradas carbonizadas no TO Vítima de 2009 também era enteada Documentos obtidos pela TV Anhanguera confirmam que Ivano foi condenado pelo homicídio de Layla Athyla Maranhão Vales, de 19 anos. Consta na decisão que a jovem foi morta por asfixia após sofrer violência sexual. Em seguida, Ivano ateou fogo no corpo dela e na casa onde o crime aconteceu. De acordo com o processo, a autoria e a materialidade foram consideradas comprovadas pela Justiça, que também registrou a confissão do réu em relação ao homicídio e ao incêndio. O g1 não conseguiu contato com representantes de Ivano. O caso foi julgado pela Justiça e a sentença mantida pelo Tribunal de Justiça em 2011. Além da pena, foi determinado o pagamento de R$ 100 mil por danos morais à família da vítima, além de indenização por prejuízos causados pelo incêndio. Incêndio em residência deixou dois mortos, em Araguaína (TO) Divulgação/Bombeiros Corpos carbonizados Os corpos de Ivano e Laiane foram localizados pelo Corpo de Bombeiros no setor Lago Azul I. Uma testemunha informou à Polícia Militar que ouviu um barulho de explosão na tarde de quarta-feira (3), no momento em que chegava em casa. Com a ajuda de um vizinho, tentou arrombar a porta do quarto para salvar as vítimas, mas não conseguiu. Os Bombeiros controlaram as chamas, que estavam concentradas em um quarto da casa. O corpo de Laiane Cardoso foi encontrado debaixo de um guarda-roupa, dentro do quarto. O corpo de Ivano foi localizado sobre os fragmentos de uma cama, queimada pelo fogo. Ambos foram foram recolhidos pelo Instituto Médico Legal (IML), passaram por exames de necropsia e foram liberados. A jovem foi sepultada na tarde de quinta-feira (4). O caso segue sob investigação da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Íntegra da Seciju Em relação ao caso do custodiado Ivano Vaz Cunha, a Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju) esclarece que seu monitoramento eletrônico cumpria determinação do Poder Judiciário. Por ordem da Justiça, o reeducando obteve o benefício do trabalho externo para atuar no setor de vendas, o que o autoriza a deslocar-se a trabalho por todo o território do Estado. Como obrigações fixadas pela decisão judicial, ele recolhia-se em sua residência durante o período noturno e comunicava previamente qualquer viagem interestadual. A Seciju ressalta que todas as inconsistências e violações de regras registradas pelo sistema de tornozeleira eletrônica foram devidamente verificadas pela Polícia Penal e informadas de maneira imediata ao Poder Judiciário. A pasta reforça que a aplicação de punições, a perda de benefícios ou o retorno do preso ao regime fechado são prerrogativas exclusivas dos juízes da execução penal. A secretaria atua estritamente na fiscalização técnica e no cumprimento das ordens judiciais, mantendo o acompanhamento rigoroso de todos os monitorados. Por fim, a secretaria informa que a Unidade Penal de Araguaína está operando regularmente e recebendo custodiados normalmente, dentro de sua capacidade operacional. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

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