Filha foragida de família investigada por tráfico se entrega em Uberlândia: 'Disse que queria ficar junto da irmã', diz delegado
Pai e filhas são investigados por tráfico internacional e lavagem de dinheiro Bruna Nunes, apontada como foragida da operação "Mens Occulta", se entregou à Polícia Federal (PF) na tarde de quinta-feira (4), em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. Ela é investigada por envolvimento em um esquema de tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro liderado pelo pai, Mario Sergio Nunes, conhecido como "Serjão do PCC". "Ela disse que queria ficar junto da irmã no presídio", afi
Pai e filhas são investigados por tráfico internacional e lavagem de dinheiro Bruna Nunes, apontada como foragida da operação "Mens Occulta", se entregou à Polícia Federal (PF) na tarde de quinta-feira (4), em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. Ela é investigada por envolvimento em um esquema de tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro liderado pelo pai, Mario Sergio Nunes, conhecido como "Serjão do PCC". "Ela disse que queria ficar junto da irmã no presídio", afirmou o delegado Felipe Martins Perez Garcia. A irmã citada é Brenda Nunes, presa em um hotel de Uberaba junto com o pai. Segundo a PF, Mario Sergio Nunes e as filhas Brenda da Silva Nunes e Bruna Nunes formavam o núcleo principal da organização criminosa. Quem é quem no esquema de família investigada por tráfico e lavagem de dinheiro Entenda como família investigada por tráfico mantinha estrutura empresarial para transportar cocaína entre estados brasileiros Bruna se apresentou à Polícia Federal acompanhada da mãe, Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes, que também é investigada no caso. Segundo a PF, Maria teria atuado na organização e manutenção das atividades criminosas atribuídas ao grupo, mas não foi alvo de mandado de prisão. Após se entregar, Bruna foi encaminhada para a Penitenciária Professor Pimenta da Veiga, em Uberlândia, onde permanece à disposição da Justiça. Em nota, o advogado da família Nunes, José Carlos de Oliveira Campos, confirmou que Bruna se apresentou espontaneamente à PF, demonstrando respeito às autoridades e ao regular andamento da investigação. Veja a íntegra abaixo. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Bruna foi se entregar acompanhada da mãe Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes PF/Divulgação Papel de Bruna no esquema Segundo a Polícia Federal, Bruna Nunes tinha participação ativa no esquema criminoso investigado. De acordo com a corporação, ela atuava como intermediária na comunicação entre integrantes do grupo e utilizava contas bancárias para movimentações financeiras suspeitas. A investigação também aponta que Bruna mantinha um padrão de vida incompatível com a renda formal declarada, de R$ 3.750 por mês. Entre os bens identificados está um carro avaliado em cerca de R$ 130 mil, que, segundo a PF, teria sido pago pelo pai. Ainda de acordo com os investigadores, entre março e maio de 2023 foram registradas movimentações consideradas atípicas e sem justificativa na conta da investigada. A PF afirma que os recursos teriam sido usados para bancar despesas mensais de Mario Sergio Nunes, estimadas em até R$ 30 mil. A apuração também identificou mensagens interceptadas que mostram a preocupação de Bruna em apagar conversas com pessoas ligadas ao crime organizado na região. Para a PF, o conteúdo sugere que ela tinha conhecimento das atividades investigadas. Outro ponto destacado pela investigação é que Bruna já havia sido denunciada, em 2019, pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), junto com familiares, por suspeitas de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em Monte Carmelo. bruna nunes operação mens occulta uberlândia Reprodução/Redes Sociais Empresa do tráfico A investigação da PF apontou que a organização criminosa liderada por "Serjão do PCC" operava com uma estrutura semelhante à de uma empresa, utilizando caminhões, carretas, transportadoras, motoristas recrutados, contas bancárias de terceiros e empresas de fachada para transportar cocaína e movimentar recursos do tráfico. O grupo usava laranjas para ocultar patrimônio, escondia drogas em compartimentos falsos de caminhões e mantinha uma rota que ligava estados como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia a Minas Gerais. A PF identificou ainda a participação de familiares e aliados na movimentação financeira do esquema, que tinha em Uberlândia seu principal centro de recebimento, armazenamento e distribuição de drogas. Alguns dos veículos usados por uma das empresas de fachada da família PF/Divulgação 2 toneladas de cocaína foram apreendidas em 1 ano Nove grandes apreensões realizadas em um ano não interromperam as atividades da família investigada na operação "Mens Occulta", da Polícia Federal (PF). Segundo a PF, mais de 2 toneladas de cocaína ligadas a Mario Sergio Nunes, conhecido como "Serjão do PCC", e aos familiares dele foram apreendidas durante o período investigado. De acordo com a polícia, eles fazem parte do núcleo principal da organização criminosa. Apesar do volume de drogas apreendidas, a Polícia Federal afirmou que a quantidade representa apenas uma pequena parte dos entorpecentes movimentados pelo grupo investigado. Quem é quem no esquema família tráfico uberlândia polícia federal cocaína Reprodução/Redes Sociais Mario Sergio Nunes, o "Serjão do PCC", liderava a organização criminosa e coordenava a logística e as finanças do tráfico. A esposa, Maria Lourdetis Ferreira Silva Nunes, e
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