Da roça à vitrine da confeitaria: como doces transformaram a vida de doceiras do interior de MG
Selma Maria da Silva e Simone Madeiro compartilham a paixão por doces em Bom Despacho. Arquivo pessoal Da roça à vitrine de uma confeitaria, qualquer doce passa pelos mais variados processos de produção e diferentes. No entanto, uma coisa não muda: a paixão de quem o faz. Seja o doce caseiro, aquele feito na roça carregado de memória afetiva, ou o profissional, que carrega receitas clássicas da confeitaria mundial, duas confeiteiras do interior de Minas Gerais transformaram o
Two women from Bom Despacho, Minas Gerais, have found fulfillment and income through their passion for making sweets. Selma Maria da Silva, 59, rediscovered her love for traditional rural sweets after moving to the city, which helped her overcome feelings of depression. Her daughter encouraged her to sell her creations, and the process of making them became a therapeutic refuge.
Simone Madeiro, 41, also turned her childhood fascination with sweets into a profession. Both women's journeys highlight how a deep-seated passion for confectionery can transform lives, providing both financial stability and emotional well-being.
These stories demonstrate the power of traditional crafts and personal passions to foster economic independence and improve mental health in rural communities.
📌 Kaynak
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