Defensoria de MG aciona Justiça para garantir serviços em escolas municipais de BH durante greve
Fotos mostram professores em greve protestando na capital mineira no mês de maio TV Globo/ Reprodução A Defensoria Pública de Minas Gerais (DPMG) acionou a Justiça para pedir a manutenção de um funcionamento mínimo das escolas da rede municipal de Belo Horizonte durante a greve dos trabalhadores da educação. Segundo o órgão, a paralisação, que já dura mais de um mês, tem afetado milhares de estudantes. Entre os impactos apontados estão a interrupção das atividades escolares,
A Defensoria Pública de Minas Gerais recorreu ao Poder Judiciário para exigir que as escolas municipais de Belo Horizonte mantenham serviços essenciais durante a greve dos profissionais da educação. O movimento paredista, que já ultrapassa um mês, tem causado a interrupção do fornecimento de merenda escolar e a suspensão de atendimentos especializados para alunos com deficiência. O órgão ressaltou que a ação não visa interferir nas reivindicações salariais da categoria, mas sim garantir a proteção social e o direito fundamental de acesso à escola para milhares de estudantes. Antes de formalizar o pedido de urgência, a Defensoria tentou mediar o conflito com a Secretaria Municipal de Educação, porém as negociações não resultaram em um consenso. Enquanto a prefeitura alega ter atendido parte das demandas dos servidores, a categoria mantém a paralisação por divergências sobre o índice de reajuste salarial. A ausência de um acordo prolongado ameaça o calendário letivo, com projeções de que o ano acadêmico possa se estender significativamente.
A intervenção judicial destaca o papel das escolas como centros vitais de segurança alimentar e proteção social para crianças em situação de vulnerabilidade, que ficam desassistidas durante paralisações prolongadas.
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