Avô de bebê preso em capô de carro após atropelamento na PB relata trauma da família: 'Minha filha não ficou mais a mesma'
Avô de bebê que ficou preso em capô de carro relata trauma da família após atropelamento O avô do bebê de 1 ano, que ficou preso em um capô de um carro após um atropelamento na cidade de Campina Grande, no Agreste da Paraíba, disse que a família, mesmo após seis meses do ocorrido, ainda não se recuperou psicologicamente do acidente. Veja o vídeo acima. Roberto Oliveira, que é empresário, disse ao g1 que a avô do bebê, que carregava a criança quando a família atravessava a fai
Seis meses após um grave atropelamento em Campina Grande, a família de um bebê que ficou preso ao capô de um veículo ainda enfrenta profundas sequelas emocionais. O avô da criança relatou que a mãe e a avó, que acompanhavam o menino na faixa de pedestres no momento do acidente, foram diagnosticadas com Transtorno de Estresse Pós-Traumático. Laudos neuropsicológicos apontam que ambas sofrem com crises de pânico, pesadelos e medo constante de transitar por vias públicas. Enquanto a criança não apresentou danos físicos duradouros, a família clama por justiça e celeridade no processo judicial contra a motorista responsável. A condutora, que foi liberada após pagar fiança logo após o episódio, segue respondendo ao processo em liberdade.
O caso destaca a gravidade das sequelas psicológicas invisíveis em vítimas de acidentes de trânsito e a persistente busca por responsabilização legal em casos de imprudência.
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